Com informações do g1. O prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), e o vice-prefeito Mario Neto (Podemos) foram afastados dos cargos por 60 dias após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida faz parte da segunda fase da operação Paroxismo, deflagrada nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal.
A operação cumpre 13 mandados de busca e apreensão em Macapá, Belém (PA) e Natal (RN). Na capital do Amapá, endereços ligados ao prefeito foram alvo das buscas.
Também foram afastados a secretária municipal de Saúde, Erica Aymoré, e o presidente da Comissão Permanente de Licitação da prefeitura.
A investigação apura suspeitas de fraude em licitações relacionadas às obras do Hospital Geral Municipal de Macapá. Segundo a Polícia Federal, há indícios de um esquema envolvendo agentes públicos e empresários para direcionamento do processo licitatório, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.
O contrato investigado foi firmado pela Secretaria Municipal de Saúde e está ligado à construção do hospital, uma das principais obras de infraestrutura da saúde na capital, com orçamento estimado em cerca de R$ 70 milhões.