Política

Rio de Janeiro acumula superávit de US$ 5,4 bi nos cinco primeiros meses de 2025

Rio de Janeiro acumula superávit de US$ 5,4 bi nos cinco primeiros meses de 2025

A balança comercial do Estado do Rio de Janeiro registrou superávit de US$ 5,4 bilhões entre janeiro e maio de 2025. Segundo dados do Comex Stat, sistema do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a corrente comercial fluminense somou US$ 28,8 bilhões no período, com US$ 17,1 bilhões em exportações e US$ 11,7 bilhões em importações.

A participação fluminense no comércio exterior brasileiro representou 12,9% das exportações e 10,4% das importações nos primeiros cinco meses do ano. China e Estados Unidos lideraram as trocas comerciais com o estado, com movimentações de US$ 5,6 bilhões e US$ 2,8 bilhões, respectivamente, seguidos por Espanha, França e Índia.

As exportações foram puxadas pelo petróleo, que representou 79% do total, com US$ 13,6 bilhões em vendas. O setor siderúrgico também teve participação relevante, com US$ 790 milhões exportados.

Esse desempenho fortalece a geração de empregos, atrai investimentos e impulsiona o desenvolvimento dos nossos setores produtivos, especialmente o industrial, energético e agrícola”, afirmou o governador Cláudio Castro (PL). O chefe do Executivo destacou ainda que o objetivo é ampliar a presença do estado no mercado internacional, valorizando a produção local e fortalecendo o ambiente de negócios.

Em 2024, o superávit do estado foi de US$ 17,8 bilhões. A corrente comercial alcançou US$ 73,7 bilhões no acumulado do ano, com US$ 45,7 bilhões em exportações e US$ 27,9 bilhões em importações, segundo dados do MDIC.

Balança comercial de 2024

Em todo o ano de 2024, o superávit da balança comercial fluminense foi de US$ 17,8 bilhões. A corrente comercial, ano passado, somou US$ 73,7 bilhões — sendo US$ 45,7 bilhões em exportações e US$ 27,9 bilhões em importações. Considerando os dados parciais de 2025, o ritmo das exportações se mantém elevado, impulsionado principalmente pelo setor de petróleo, que continua liderando a pauta de exportação do estado.

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