Nem reunião com Trump, nem cadeira nas decisões principais. Conforme apontou a Coluna Esplanada, o presidente Lula foi ao G7 no Canadá, mas ficou como figurante de luxo. A assessoria internacional do petista até tentou agendar um encontro reservado com o presidente americano Donald Trump — sem sucesso. A diplomacia dos EUA sequer se deu ao trabalho de responder.
Fora das discussões centrais do grupo, Lula circulou como observador e ainda protagonizou um momento constrangedor ao interromper o discurso de um premiê para reclamar da tradução. O constrangimento foi geral. Faltou prestígio, sobrou improviso.