Rio de Janeiro

Vereadoras da Comissão de Defesa da Mulher elegem temas prioritários

Vereadoras da Comissão de Defesa da Mulher elegem temas prioritários

O mundo celebra neste sábado, 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, data que exalta a luta e as conquistas históricas femininas, mas também inspira reflexão sobre os muitos desafios ainda enfrentados na busca por direitos e igualdade.

Na Câmara Municipal do Rio, a Comissão Permanente de Defesa da Mulher, criada em 2009, trabalha todos os anos para garantir que os interesses e demandas das moradoras da cidade sejam considerados, discutidos e colocados em pauta — expediente, é claro, que não se restringe ao colegiado. A atuação das vereadoras, com apoio dos demais parlamentares, e somada à participação ativa e cada vez maior das cariocas, resulta em projetos que viram leis, encaminhamentos e solicitações ao Poder Executivo.

Na semana passada, a nova composição da comissão foi instalada e as vereadoras Helena Vieira (PSD), Gigi Castilho (Republicanos) e Mônica Benício (PSOL) foram escolhidas como presidente, vice-presidente e vogal, respectivamente.

“A nossa prioridade será ampliar o debate sobre o combate à violência, o acesso ao mercado de trabalho, à saúde, o cuidado com as mães atípicas e também sobre a necessidade de representatividade feminina na política”, diz a presidente da Comissão, vereadora Helena Vieira.

A Câmara contava com onze vereadoras na 11ª legislatura e, para esta 12ª legislatura, 12 foram eleitas nas urnas. Atualmente, dez mulheres estão no exercício do cargo. A vereadora Rosa Fernandes (PSD), parlamentar há nove legislaturas seguidas — decana da Casa — também propõe uma reflexão sobre a data.

“No Dia Internacional da Mulher celebramos nossas conquistas, mas também refletimos sobre os desafios que ainda enfrentamos para um equilíbrio entre homens e mulheres em espaços de poder. Somos 51% da população brasileira, mas só elegemos uma presidente e oito governadoras em toda a história. Na Câmara Municipal do Rio não é diferente: somos apenas 12 mulheres eleitas entre 51 vereadores”, disse. “Precisamos de mais mulheres tomando decisões e transformando realidades. Quando uma mulher entra na política, ela abre caminho para muitas outras”.

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