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Polícia e OAB debatem violência contra a mulher em São Gonçalo, após quase 200 casos registrados

Polícia e OAB debatem violência contra a mulher em São Gonçalo, após quase 200 casos registrados
Somente em São Gonçalo, no ano passado, 7.066 mulheres buscaram por atendimento médico no HEAT e por medidas protetivas e orientações na DEAM-SG (Freepik)

A violência contra a mulher foi tema de debate em São Gonçalo durante evento promovido pelo Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), que registrou 197 ocorrências de agressões graves apenas no último ano, incluindo espancamentos, perfurações por arma de fogo ou branca e queimaduras. Com informações do Coisas da Política.

O encontro reuniu a delegada da DEAM-SG, Ana Carla Nepomuceno, e a presidente da OAB-SG, Andreia Pereira, que destacaram a importância da denúncia em casos de violência sexual, física, psicológica, moral ou patrimonial.

“Hoje temos os órgãos de apoio, proteção e prisão. Denunciar é fundamental, e pode-se fazer isso de forma anônima, sendo crucial romper o silêncio para salvar vidas e garantir direitos”, afirmaram durante a palestra realizada no último dia 11.

Os números no município reforçam o cenário de alerta. Em 2025, 7.066 mulheres buscaram atendimento médico no HEAT e também recorreram a serviços de proteção, como a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM-SG), o Centro Especializado de Orientação à Mulher (CEOM), em Neves, e a Sala Lilás, em Tribobó.

A subsecretária municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, Ana Cristina Silva, também participou do evento e incluiu na programação a Feira da Mulher Empreendedora, voltada à geração de renda para artesãs da cidade. A iniciativa reúne exposição de produtos e ações voltadas à autonomia financeira e ao fortalecimento de redes de apoio entre mulheres.

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