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G7 pressiona big techs a criar ferramentas para proteger menores na internet

G7 pressiona big techs a criar ferramentas para proteger menores na internet
Foto de família da cúpula do G7 em Evián, na França, com residente dos EUA, Donald Trump; presidente da França, Emmanuel Macron; primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney; primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni; primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi; presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa; chanceler da Alemanha, Friedrich Merz; presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi; presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung; primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; presidente do Quênia, William Ruto; e primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, em 16 de junho de 2026. — Foto: Evelyn Hockstein/ Reuters

As potências do G7, grupo com as sete maiores economias do mundo, apelaram nesta quarta-feira (17) às empresas de tecnologia para que desenvolvam ferramentas que garantam a segurança de crianças na internet, em meio a preocupações com os impactos do avanço da inteligência artificial.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa do G7 como convidado e viajou acompanhado da primeira-dama, Rosângela “Janja” da Silva.

O apelo foi feito ao término de três dias de cúpula do G7 em Evian, no leste da França, que foi encerrada com um almoço de trabalho com executivos de empresas de inteligência artificial da América do Norte, Europa, Índia e Japão.

“Apelamos aos provedores de serviços digitais para que desenvolvam e implementem tecnologias e sistemas que garantam experiências seguras, protegidas e adequadas à idade”, afirma uma declaração conjunta do G7 e do Brasil, Coreia do Sul, Egito, Índia e Quênia.

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